sábado, 25 de março de 2017

CAMPEÃO EUROPEU CUMPRIU BEM A SUA MISSÃO


















FICHA DO JOGO



























A selecção nacional de Portugal bateu a Hungria por 3-0 , reforçando assim o seu segundo lugar da classificação do Grupo B e mantém as possibilidades de discutir com a Suíça, que também venceu o seu jogo, o apuramento directo através do 1º lugar, neste momento ocupado pelos helvéticos.

O avançado portista André Silva foi decisivo ao desbloquear um jogo, até então muito complicado para Portugal, pela falta de espaços e sobretudo pela incapacidade para entrar no último reduto magiar, sempre muito bem ocupado. 




















Marcou aos 32 minutos e assistiu primorosamente, com toque de calcanhar, para o segundo golo, apontado por Cristiano Ronaldo. O capitão português apontou também o terceiro, dando uma expressão mais justa ao marcador, numa altura em que Portugal dominava já a seu belo prazer.

Danilo Pereira, o outro atleta azul e branco não foi utilizado

CAMPEÃO EUROPEU NA LUTA PELO MUNDIAL











A selecção nacional de Portugal vai voltar a esgrimir forças, agora frente à Hungria, na luta pelo apuramento à fase final do Campeonato do Mundo a disputar em 2018, na Rússia.

Três vitórias e uma derrota é para já a performance lusitana que a coloca na segunda posição da classificação do grupo B, liderado pela Suíça, que conta por vitórias os quatro jogos disputados, incluindo contra Portugal.



















O Seleccionador escolheu já os 25 atletas com quem vai contar:

FC PORTO (PORTUGAL): 2 - DANILO PEREIRA E ANDRÉ SILVA


SC BRAGA (PORTUGAL): 1 - Marafona
SPORTING CP (PORTUGAL): 3 - Rui Patrício, William Carvalho e Gelson Martins
SL BENFICA (PORTUGAL): 3- Ekiseu, Nélson Semedo e Pizzi
V.SETÚBAL (PORTUGAL): 1 - Bruno Varela
REAL MADRID (ESPANHA): 2 - Pepe e Cristiano Ronaldo
VALÊNCIA (ESPANHA): 1 - João Cancelo
FC BARCELONA (ESPANHA): 1 - André Gomes
AS MÓNACO (FRANÇA): 2 - João Moutinho e Bernardo Silva
LILLE (FRANÇA): 1 - Éder
CAGLIARI (ITÁLIA): 1 - Bruno Alves
INTER MILÃO (ITÁLIA): 1 - João Mário
B. DORTMUND (ALEMANHA): 1 - Raphael Guerreiro
BAYERN M. (ALEMANHA): 1 - Renato Sanches
SOUTHAMPTON (INGLATERRA): 1 - Cédric
WEST HAM (INGLATERRA): 1 - José Fonte
FC ZENIT (RÚSSIA): 1 - Luís Neto
BESIKTAS (TURQUIA): 1 - Ricardo Quaresma


COMPETIÇÃO: CAMPEONATO DO MUNDO/2018
FASE: QUALIFICAÇÃO - 5ª JORNADA - GRUPO B
DATA E HORA: SÁBADO, 25 DE MARÇO DE 2017, ÀS 19:45 H
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DA LUZ - LISBOA - PORTUGAL
ÁRBITRO NOMEADO: SZYMON MARCINIAK - POLÓNIA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: RTP 1

quinta-feira, 23 de março de 2017

INTERNACIONAIS PORTISTAS













IKER CASILLAS - INTERNACIONAL ESTRANGEIRO Nº 71

Envergou a camisola da selecção principal de Espanha por 167 vezes (162 como atleta do Real Madrid e 5 enquanto jogador do FC Porto) e é o jogador espanhol com o maior número de internacionalizações.

A sua estreia aconteceu no dia 3 de Junho de 2000, em Gotemburgo, frente à Suécia, num jogo particular que terminou com um empate (1-1).

Enquanto atleta do FC Porto, Casillas participou em 5 encontros, sendo que o primeiro foi a 5 de Setembro de 2015, em Oviedo, no Espanha-Eslováquia, jogo de qualificação para o Campeonato da Europa/2016, com vitória espanhola, por 2-0.

Na sua já longa e gloriosa carreira, esteve presente em 4 fases finais do Campeonato do Mundo (2002, 2006, 2010 e 2014), tendo-se sagrado campeão em 2010 e presente igualmente em 5 fases finais do Campeonato da Europa (2000, 2004, 2008, 2012 e 2016), campeão em 2008 e 2012. Participou ainda na Taça das Confederações, em 2009 e 2013.

























Iker Casillas Fernández, nasceu a 20 de Maio de 1981 (35 anos), em Móstoles, Madrid, Espanha.

Guarda-redes de créditos firmados, desenvolveu quase toda a sua carreira no Real Madrid, Clube que o acolheu nas suas escolas de formação na temporada de 1990/91, com a tenra idade de nove anos e onde se tornou profissional na temporada de 1998/99.

Foi a 12 de Setembro de 1999, no mítico San Mamés, casa do Athlétic Bilbau que Iker Casillas se estreou com a camisola principal do Real Madrid. Tornou-se então no mais jovem guarda-redes de sempre a alinhar pelo clube, com 18 anos e 115 dias, iniciando um percurso de 725 jogos, durante 25 anos, tornando-se num atleta essencial quer para o clube como para a selecção. 

Para além dos títulos já acima referidos, Casillas conta no seu recheado palmarés a conquista de 5 conquistas do Campeonato nacional de Espanha (2000/01, 2002/03, 2006/07, 2007/08 e 2011/12), 2 Taças de Espanha (2010/11 e 2013/14), 4 Supertaças de Espanha (2001, 2003, 2008 e 2012), 3 Ligas dos Campeões Europeus (1999/00, 2001/02 e 2013/14), 2 Supertaças da UEFA (2002 e 2014), 1 Taça Intercontinental (2002) e 1 Taça do Mundo de Clubes FIFA (2014).

Foi eleito o melhor do Mundo no seu posto específico por 5 vezes e venceu os troféus individuais de Espanha, denominados Zamora e Bravo.

Agora ao serviço do FC Porto, desde a temporada passada, Iker Casillhas é o atleta da Liga portuguesa em actividade com o mais rico palmarés e é o primeiro ex-campeão do Mundo a representar os Dragões.

Com a saída de Del Bosque do comando técnico da selecção espanhola e a entrada de Julen Lopetegui, Casillas não tem sido seleccionado, tendo efectuado o seu último encontro a 1 de Junho de 2016, em Salzburgo, frente à Coreia do Sul, num jogo amigável que terminou com uma goleada de 6-1, favorável aos espanhóis.

É desse jogo a imagem que se segue:





























Fontes: Eu-Football.Info European National Football Teams, Site oficial do FC Porto e ZeroZero.pt

quarta-feira, 22 de março de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 185













ROMÃO - Goleador Nº 185

Apontou 6 golos em 162 jogos com a camisola do FC Porto, ao longo das 8 temporadas ao seu serviço (1944/45 a 1951/52).

Américo Ferreira Coelho, conhecido nos meandros do futebol como Romão, nasceu na freguesia de Santa Maria de Lamas, concelho de Santa Maria da Feira.

Não é conhecida a sua data de nascimento nem o início da sua carreira de futebolista. O que se sabe é que chegou ao FC Porto na temporada de 1944/45, jogava a médio, era pujante, esforçado e vigoroso, características muito apreciadas que lhe valeram a conquista da simpatia dos portistas em geral e da massa adepta em especial.

























A sua estreia oficial, em provas nacionais, com a camisola do FC Porto, aconteceu no dia 26 de Novembro de 1944, no Campo das Salésias (Lisboa), frente ao Belenenses, em jogo da 1ª jornada do campeonato nacional, com derrota portista, por 3-2.

A imagem abaixo é de outra altura, como se encontra registado na foto.







































Os títulos alcançados de Dragão ao peito foram de índole regional não tendo saboreado qualquer título nacional.

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroZero.pt.

domingo, 19 de março de 2017

DRAGÃO COM RECEIO DA LIDERANÇA ESCORREGOU EM LARANJA AZEDA
















FICHA DO JOGO





























O FC Porto desperdiçou hoje uma oportunidade de ouro para se fixar na liderança do campeonato ao ceder surpreendentemente um empate em sua própria casa.

Depois do empate da equipa do regime, em Paços de Ferreira, esse caminho ficou à disposição dos Dragões, ensejo para desfazer uma liderança que como se sabe tem sido sustentada artificialmente com a ajuda preciosa dos tipos do apito. O cenário estava montado. Dragão com lotação quase esgotada, fortaleza inexpugnável, confiança pelos desempenhos recentes da equipa, adversário acessível e muita vontade de assumir o primeiro lugar.

Sem poder contar com Maxi Pereira e André André, ambos a cumprir castigo por excesso de cartões amarelos, Nuno E. Santo fez alinhar Miguel Layún e Jesús Corona.
























O jogo começou com o habitual incitamentos da massa adepta, mas os jogadores portistas cedo começaram a acusar grandes dificuldades para ultrapassarem a estratégia super defensiva do seu adversário. Falta de espaço, pouca intensidade, criatividade quase nula e velocidade reduzida foram os factores que mais marcaram a exibição pouco conseguida da equipa azul e branca.

À media que o tempo avançava os sadinos foram ficando mais confortáveis, a acertar nas marcações e a complicar a tarefa da equipa da casa, que por sua vez foi ficando mais ansiosa, mais sôfrega, menos inspirada e mais nervosa com o excessivo antijogo do seu adversário.

A primeira  grande oportunidade  do jogo aconteceu aos 19 minutos, por Brahimi, salva por V. Fernandes quase em cima da linha de baliza. Depois foi aos 27 minutos, na sequência de um canto, Marcano acertou no poste, a bola ressaltou para Filipe que rematou de imediato, encontrando o corpo do guarda redes setubalense, Soares fez a recarga, mais uma vez contra Varela, Danilo replicou mas a bola acabaria nas mão do guarda-redes. Aos 32 minutos foi André Silva, que com a baliza à sua mercê atirou de cabeça para fora. A bola parecia não querer entrar.

Mas o tão ambicionado golo chegaria já em tempo de desconto, por Jesús Corona. Ataque conduzido do lado esquerdo por Alex Telles, cruzamento para a área, bola rechaçada para os pés de Óliver Torres, recepção e domínio perfeitos, cabeça levantada e colocação da bola no lado contrário a solicitar a entrada de Corona, que sem preparação rematou imparável com o pé esquerdo, obtendo um belo golo. Explosão de alegria no Estádio do Dragão e quase logo a seguir o intervalo.
























Com o autocarro sadino bombardeado, era espectável que o futebol portista ganhasse mais consistência, fosse mais elaborado, mais criativo e mais demolidor. O Setúbal entrou com a mesma disposição e o FC Porto começou a trocar melhor a bola. Aos 52 minutos André Silva testou os reflexos de Bruno Varela, com violento remate, mas foi o adversário que logrou empatar na única jogada intencional de todo o jogo. Descida pelo lado esquerdo, cruzamento, Felipe a escorregar e a permitir a entrada de João Carvalho que com muita classe fez a bola sobrevoar o central portista e desviar a bola à saída de Casillas. Balde de água fria e a certeza de que o jogo voltaria a ficar muito feio, muito quezilento, muito pouco jogado, pela forma antidesportiva, ridícula e covarde de quem não tem outros argumentos para esgrimir, com a cumplicidade do árbitro, impotente para sancionar devidamente tal comportamento.

Até ao final os jogadores do FC Porto tornaram-se muito precipitados, com pouco critério e incapazes de alterar o rumo dos acontecimentos, apesar de duas boas ocasiões para desfazer a igualdade, uma de André Silva com a bola a bater no ferro e a segunda por Brahimi, bem colocado mas a não acertar com a baliza.

Pareceu-me que estes jogadores não souberam conviver com a pressão de ter de ganhar para finalmente ficar na liderança, ficaram tolhidos e por isso não foram capazes  de encontrar as melhores soluções para resolver este jogo, frente a um adversário perfeitamente ao alcance.

quarta-feira, 15 de março de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - nº 166














SOARES - Goleador Nº 166 (Actualização)

Apontou 9 golos em 8 participações com a camisola do FC Porto, desde que chegou, nos últimos dias de Janeiro deste ano, na chamada janela de Inverno de transferências.

Francisco das Chagas Soares dos Santos, nasceu no dia 17 de Janeiro de 1991, em Sousa, município brasileiro localizado no interior do estado da Paraíba.

No Brasil, Soares passou por clubes como o Botafogo (Paraíba), Sousa e Centro Desportivo Paraibano, tendo chegado a Portugal para jogar no Nacional da Madeira, na segunda metade da época 2014/15. A primeira experiência no futebol português rendeu apenas dois golos em 14 jogos, registo que foi amplamente melhorado no segundo ano no clube insular: 14 golos em 35 jogos. Transferido para o Vitória de Guimarães na antecâmara da época em curso, foi ao serviço da equipa minhota que os números e sobretudo as exibições ganharam  maior relevo, tendo terminado a primeira metade da temporada com 9 golos em 22 partidas.

Soares assinou pelo FC Porto no dia 23 de Janeiro de 2017, tendo rubricado um contrato válido por quatro temporadas e meia, contemplando uma cláusula de rescisão no valor de 4 milhões de euros.

«Tiquinho» Soares, como também é conhecido, é mais um brasileiro que encontrou em Portugal a porta perfeita para dar os primeiros passos no sempre apetecível futebol europeu, mas o desempenho do possante avançado (1,84m e 90 kg) fazem dele mais do que um simples jogador.  À velocidade e à força, Soares alia uma técnica bem apurada, que encontra no seu pé direito o melhor intérprete. A raça e uma tremenda capacidade de luta são outras características que lhe são reconhecidas, essenciais para um jogador que se quer «à Porto».

























Foi chegar, ver e vencer. Depois de passar a primeira metade da temporada a necessitar de um ponta-de-lança que acrescentasse poder de fogo à equipa, muito dependente até então das qualidades do jovem André Silva, Nuno Espírito Santo não perdeu mais tempo. Na primeira oportunidade não hesitou em dar a titularidade ao novo reforço. Foi a estreia oficial de Soares com o emblema do Dragão ao peito, precisamente no dia 4 de Fevereiro de 2017, no Estádio do Dragão, frente ao rival Sporting, em jogo da 20ª jornada da Liga NOS 2016/17. Estreia de sonho já que o avançado brasileiro apontou os dois golos da vitória portista, por 2-0. É desse jogo a imagem que se segue:

























A verdade é que desde que chegou, ainda não parou de marcar (apenas ficou em branco nos dois jogos frente à Juventus). Num ápice, com os dois golos que marcou na passada Sexta-feira ao Arouca, Soares já contabiliza 9 golos em apenas 6 partidas para o campeonato, números que impressionam e que fazem do avançado, pelo menos para já, uma aposta ganha dos responsáveis portistas. A sua escalada neste ranking de goleadores portistas tem sido vertiginosa, deixando para trás, 18 dos atletas já aqui apresentados semanalmente para se instalar (à condição) no 166º lugar.











Fontes: Arquivo do Blogue e Site oficial do FC Porto

terça-feira, 14 de março de 2017

SAÍDA DE CABEÇA ERGUIDA EM MISSÃO IMPOSSÍVEL

















FICHA DO JOGO































Hoje em Turim cumpriu-se a lei do mais forte e assim o FC Porto ficou arredado da prova rainha do futebol europeu. Derrota ditada por uma grande penalidade existente que obrigou a equipa portista a jogar, mais uma vez, em inferioridade numérica mais 50 minutos, a somar aos 63 da 1ª mão, no Dragão. Foi portanto uma eliminatória frente a um gigante europeu em que as circunstâncias desfavoráveis acumuladas ditaram o rumo dos acontecimentos.

Ainda assim ficaram na retina a boa atitude da equipa, sempre muito personalizada e o comportamento exemplar da apaixonada e apaixonante massa adepta, incansável no apoio e incitamento.

Nuno E. Santo voltou a apostar na equipa que tem alinhado nos últimos jogos, com a excepção de Alex Telles, impedido de alinhar por ter sido expulso na 1ª mão, dando lugar à inclusão de Miguel Layún.
























A Juventus entrou autoritária como se esperava, na tentativa de atemorizar a equipa portuguesa, que começou por travar o ímpeto italiano para, por volta dos dez minutos, começar a jogar olhos nos olhos.

Com dois golos de desvantagem trazidos do Dragão, a missão era quase impossível mas a equipa portista vinha desejosa de mostrar que tinha capacidade para jogar de igual para igual frente a rival tão conceituado. Contudo, uma grande penalidade cometida por Maxi Pereira, aos 40 minutos e que lhe valeu a expulsão, arrasou qualquer pontinha de esperança que eventualmente pudesse ainda subsistir. 



















Dybala concretizou, cavando a tendência da eliminatória.

André André assumiu a posição nos cinco minutos restantes até ao intervalo.

No regresso para o segundo tempo, surgiu Boly em vez de André Silva, com Nuno E. Santo a deslocar Miguel Layún para a direita e Marcano para a esquerda.

Esperava-se um massacre da Juventus e o avolumar do resultado, mas a atitude e personalidade da equipa azul e branca, hoje com o equipamento alternativo todo preto, acabou por dissipar esses temores de forma categórica tendo mesmo construído algumas jogadas de golo eminente.

Foi assim aos 49 minutos com Soares a ficar na cara de Buffon, mas a atirar a rasar o poste mais distante. Foi também assim aos 82 minutos, num lance muito parecido, protagonizado por Diogo Jota, que tinha rendido Brahimi aos 67 minutos, numa tentativa de chapéu que terminou na malha lateral, mas por fora.

O jogo terminaria com nova derrota, numa eliminatória desequilibrada principalmente pelo facto dos Dragões se verem obrigados a jogar 113 dos 180 minutos em inferioridade numérica e com a dúvida do que seria se tal não acontecesse, já que no pouco tempo em que as equipas jogaram em igualdade o FC Porto não sofreu golos.


OS MELHORES DO MUNDO