quarta-feira, 16 de maio de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 242













KELVIN - Goleador Nº 242

Apontou 4 golos em 26 participações oficiais na equipa principal do FC Porto ao longo das cerca de quatro temporadas ao seu serviço (2012/13 a 2014/15 e 2016/17).

Kelvin Mateus de Oliveira, nasceu no dia 1 de Junho de 1993, na cidade de Curitiba, município brasileiro, capital do estado de Paraná, bem a Sul do Brasil.

Não é de estranhar portanto que a sua formação de futebolista tivesse sido realizada no clube mais representativo do  estado de onde é natural, o Paraná Clube. Começou no ano de 2013, tendo percorrido os vários escalões até se tornar profissional com apenas 17 anos de idade.

Roberto Cavalo, o seu treinador nos seniores, dizia tratar-se de um jovem «com um pé esquerdo abençoado por Deus».

Chegou ao Porto aos 18 anos e encantou no jogo de apresentação do plantel de 2011/12, contra o Peñarol, assistindo Walter para o 3-0, na sua estreia no Dragão. Mas não ficou no plantel, tendo sido emprestado ao Rio Ave para se adaptar ao futebol português e ganhar experiência, tendo voltado na época seguinte (2012/13).

























A sua estreia oficial na equipa principal do FC Porto aconteceu no dia 20 de Outubro de 2012, no Campo Municipal de Santa Eulália, frente ao CCD Santa Eulália, em jogo da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, com vitória portista por 1-0. Kélvin saiu aos 61 minutos, dando o seu lugar a Silvestre Varela. É desse jogo a imagem abaixo:

Foi mais uma temporada de adaptação oscilando entre a equipa B e a principal. Apesar da utilização esporádica por parte do treinador Vítor Pereira, foi a tempo de desbloquear, com dois golos, um jogo complicado com o Sporting de Braga, disputado em 8 de Abril de 2013, no Estádio do Dragão, em jogo da 25ª jornada do Campeonato nacional (Liga Zon Sagres). O Braga marcou primeiro e James Rodriguez restabeleceu a igualdade que teimava manter-se eternamente. Vítor Pereira apostou então em Kelvin, chamando-o ao jogo a partir do minuto 76 e o jovem brasileiro não se fez rogado, apontando dois golos de rajada (83' e 86'), estreando-se a marcar, na equipa principal, em dose dupla.

Apesar disso, a sua utilização não se alterou. Não desanimou, continuou a trabalhar na equipa B e haveria de ser também protagonista de um dos momentos mais inesquecíveis da história da nação portista: a 11 de Maio de 2013, aos 92 minutos do clássico contra o Benfica, na penúltima jornada, disparou um tiro indefensável com o seu pé esquerdo, verdadeiramente mágico, que levou à loucura milhares de adeptos, no Dragão e pelo Mundo inteiro, deixando o treinador adversário de joelhos, numa vitória que virou do avesso o rumo do título, escancarando o caminho para a conquista do tricampeonato pelo FC Porto, confirmado na jornada seguinte. A imagem que se segue é desse momento arrepiante:






















Vencedor do Dragão de Ouro de Jovem Atleta do Ano de 2013 e protagonista maior do Espaço K no Museu do Futebol Clube do Porto by BMG, Kelvin tinha tudo para despontar e continuar a sorrir, mas por vicissitudes algo estranhas não conseguiu convencer os treinadores que entretanto foram passando pelo Clube, nomeadamente Paulo Fonseca, Julen Lopetegui, Nuno Espírito Santo e Sérgio Conceição.











O seu destino tem sido os empréstimos sucessivos, Palmeiras (2015), São Paulo (2016) e Vasco da Gama (2017 e 2018). Até quando?

Palmarés ao serviço do FC Porto (2 títulos):

1 Campeonato nacional (2012/13)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2012/13)

Fontes: Dados estatístico deste blogue, Zeroazero.pt e site oficial do FC Porto.

domingo, 13 de maio de 2018

MARCANO COM CABEÇA NOS 88 PONTOS

FICHA DO JOGO






























Foi com um belo golo de cabeça de Ivan Marcano que o FC Porto encerrou as contas do Campeonato, nos 88 pontos, melhor pontuação de sempre do clube e igualando o record de pontos alcançado por outro clube nesta competição.

Depois de uma semana marcada pelos festejos do título de campeão nacional e sem mais nada de importante para alcançar que não fosse o objectivo da vitória (neste clube joga-se sempre para ganhar, nem que seja a feijões), Sérgio Conceição achou por bem dar oportunidade a jogadores menos utilizados e até a dois que nunca tinham jogado de mostrarem os seus dotes, apresentando por isso 6 alterações no onze titular.
























Foi um jogo sem grande interesse competitivo dado que as equipas mostraram de alguma forma estado de espírito pouco propício a um bom espectáculo. O Vitória conformado com a classificação obtida, abaixo do objectivo e o FC Porto já consagrado campeão.

Apesar disso, coube aos novos campeões nacionais puxar pelos galões e tomar conta do jogo, tentando garantir a 6ª vitória consecutiva e fechar com chave de ouro.

Foi com este querer, mais do que com a qualidade habitual que aos 69 minutos Marcano deu seguimento a um cruzamento teleguiado de Alex Telles, batendo inapelavelmente o impotente guardião vimaranense Miguel Silva, garantindo desta forma a última vitória oficial desta temporada.












































Objectivo conseguido, houve tempo ainda para oferecer ao guardião Fabiano a possibilidade de ficar ligado a esta conquista, tendo substituído o também estreante Vaná, a 10 minutos do fim.

Triunfo justo num jogo algo insípido e com exibição quanto baste.

Depois seguiu-se o banho de multidão nos Aliados. Uma festa colossal, uma homenagem mais que merecida e um espectáculo vibrante de fervor clubista como nunca se tinha visto.






















































































quarta-feira, 9 de maio de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 241













NABIL GHILAS -Goleador Nº 241

Concretizou 4 golos em 35 participações oficias na equipa principal do FC Porto durante uma única época ao seu serviço (2013/14).

Trata-se de um jogador internacional já objecto de apreciação individual, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 16 de Julho de 2014, onde constam as principais incidências da sua carreira, até então, podendo ser recordado clicando aqui.

Vou portanto apenas acrescentar alguns dados que julgo interessantes.
























A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 22 de Setembro de 2013, no estádio António Coimbra da Mota, Estoril, frente à equipa local, em jogo a contar para a jornada 5 do Campeonato nacional, com empate a duas bolas. Ghilas saiu do banco aos 90 minutos para jogar o tempo de compensação.

Dos 35 jogos em que participou só foi 7 vezes titular, 5 dos quais a tempo inteiro. A imagem que se segue ilustra uma dessas ocasiões, mais precisamente no jogo da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, frente ao Trofense, disputado no Estádio do Dragão em 19 de Outubro de 2013, com a magra vitória portista por 1-0:
























A sua estreia a marcar aconteceu frente ao Estoril Praia, no dia 5 de Fevereiro de 2014, no Estádio do Dragão, em jogo dos Quartos-de-final da Taça de Portugal, com vitória portista por 2-1. O avançado argelino foi chamado ao jogo a partir do minuto 83, para a saída de Ricardo Quaresma, e quatro minutos depois faria o golo da vitória.

Avançado possante e rápido, nunca conseguiu impor-se à forte concorrência, acabando por desmoralizar, perdendo as oportunidades que lhe foram pontualmente concedidas.

Os dois golos seguintes foram alcançados fora de portas e ambos em jogos da Liga Europa. Contra o Eintracht Frankfurt, no dia 27 de Fevereiro de 2014, encontro em que mais uma vez foi suplente utilizado a partir do minuto 54, para fazer o golo do empate final (3-3), ao minuto 86 e contra o Nápoles, no dia 20 de Março, com entrada em jogo aos 66 minutos para marcar aos 69, colocando então o marcador em 1-1, resultado que haveria de terminar empatado a 2-2.

A imagem abaixo ilustra esse momento:
























O último golo de azul e branco foi frente à Académica, na vitória portista por 3-1, em jogo disputado no Estádio do Dragão, no dia 6 de Abril de 2014, a contar para a 26ª jornada do Campeonato nacional. Foi um dos tais jogos em que foi titular, marcou aos 23 minutos o segundo golo portista e foi substituído aos 68, por Josué.









Nas três temporadas seguintes não fez parte do plantel, tendo sido emprestado aos espanhóis do Córdoba (2014/15), ao Levante (2015/16) e finalmente aos turcos do Gazientepsport (2016/17).

Terminada a sua ligação contratual com o FC Porto, Ghilas continua na Turquia, mas agora no Goztepe, onde também joga o ex-portista André Castro. Esta temporada, em 19 jogos marcou 6 golos.

Fontes: Dados estatísticos do blogue e Zeroazero.pt

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A FESTA TEVE MAIS ENCANTO PINTADA DE AZUL E BRANCO






















Foi num clima fantástico de festa que o FC Porto se apresentou no último jogo desta temporada no Dragão, cheio como um ovo (50.000 espectadores), autêntico mar azul, repleto de cor, paixão e entusiasmo.






















Era conveniente fechar com chave de ouro, o que equivale a dizer com uma vitória e com exibição a condizer.

Nada disso faltou já que a equipa escalonada por Sérgio Conceição entrou em campo com a dignidade, classe e ambição que o momento solene exigia.


















FICHA DO JOGO




























Sem poder contar com o central Felipe, a cumprir castigo por acumulação de cartões amarelos, o técnico portista fez apenas uma alteração no onze titular, em relação à partida anterior disputada no Funchal. Diego Reyes foi o escolhido, sem surpresa, para substituir o brasileiro.



Alheia ao ambiente dentro e em redor do Estádio e mesmo aos festejos da véspera, no hotel, a partir do momento em que o título foi matematicamente garantido, a equipa do FC Porto entrou no jogo com a disposição clara de alcançar o triunfo, lançando-se na procura do primeiro golo.

As ameaças começaram bem cedo (5'), com um disparo intencional de Soares, sobre a linha limite da grande área, mas o arco pretendido não foi perfeito e a bola passou a rasar o poste, com o guardião a chegar um pouco atrasado.

Seis minutos depois foi Alex Telles, de livre directo, a fazer a bola passar rente à barra, num pontapé muito perigoso.

Foram 15 minutos de assédio pelas redes dos fogaceiros, muitos organizados no seu último reduto, de onde raramente saíram.

Mas numa das poucas investidas no ataque, o Feirense quase marcava. Recuperação de bola no seu meio campo, desenvolvimento rápido e bem trabalhado para a frente, Crivellaro levantou a cabeça, viu Casillas adiantado na sua baliza e posicionado entre a linha de meio campo e a linha da grande área portista, rematou fazendo a bola esbarrar na barra da baliza portista, causando um verdadeiro calafrio.

Não se intimidaram os Dragões que mantiveram a sua cavalgada para a baliza contrária. Com paciência e determinação, foram criando rupturas na povoada defensiva contrária e aos 17 minutos Sérgio Oliveira recebeu um passe açucarado de Otávio e, como que ensaiando a jogada que lhe haveria de proporcionar o golo, aconchegou a bola com o peito e na passada rematou sem mais qualquer preparação, fazendo a bola subir demasiado, perdendo a melhor oportunidade do jogo até então.

Aos 21 minutos foi o central Diego Reyes que esteve próximo de ser feliz. Alex Telles cruzou da esquerda e o defesa mexicano, qual avançado, desviou para a baliza, mas a bola foi caprichosamente beijar a barra, perdendo-se mais uma boa ocasião.

Prosseguiu a avalanche ofensiva portista que aos 37 minutos foi coroada de êxito. Combinação perfeita de Marega e Ricardo Pereira sob a direita, entrada do lateral portista na área indo à linha cruzar para o coração da pequena área. Um defesa do Feirense, em dificuldade interceptou a bola afastando-a por alto para a linha de grande área onde estava Sérgio Oliveira que interpretou a jogada da mesma forma descrita mais acima. Recebeu no peito, rematando de pronto mas desta vez com a direcção correcta, obtendo um golo de belo efeito e fazendo saltar de alegria e entusiasmo toda a plateia do anfiteatro azul e branco. Uma loucura!
























Pensava-se que aberto o marcador, o Feirense encarasse a partida de outra forma, mas o técnico Nuno Manta preferiu manter a estratégia, pensando ser possível num contra ataque surpreender o adiantamento da defensiva portista, pelo que até ao intervalo nada se modificou.

No segundo tempo Otávio ficou nas cabines, surgindo Hernâni no seu lugar. O jogo não se alterou muito, mantendo as equipas as mesmas disposições. Perto dos 52 minutos Sérgio Oliveira, muito exuberante neste jogo, apareceu solto na área adversária a cabecear perigosamente na sequência de mais um cruzamento teleguiado de Alex Telles, mas a bola saiu ligeiramente ao lado.

Aos 59 minutos do jogo aconteceu o postal ilustrado deste campeonato. Um golo soberbo na conclusão de uma jogada toda ela burilada com alma de artista. Vale a pena relatar a sua parte final: Sérgio Oliveira, no bico direito da grande área do Feirense passou recuado para Herrera, este recebeu e colocou em Aboubakar, perto da pequena lua, o camaronês, de costas para a baliza, recebeu, rodou e levantou a bola em chapéu para Brahimi mais metido na área, o argelino, entre dois defensores, recebeu de costas para a baliza e com um toque orientado e de magia, tirou da jogada os defensores deixando a bola redondinha para o remate pronto e letal, fazendo a bola passar entre as pernas do guarda redes. Espectacular, mágico, fabuloso! Foi a cereja em cima do bolo a ilustrar de forma inequívoca a qualidade e merecimento deste título. O público obviamente delirou.
























Até ao final do encontro ainda houve mais algumas tentativas mas já num clima quase totalmente de festa final. Diego Reyes acabou por se lesionar e ter de sair, acabando por ser substituído por Óliver Torres já que no banco não havia mais nenhum central. Herrera recuou para a sua posição e num momento de alguma desconcentração e já em período de compensação o Feirense fez o golo de honra.

O jogo terminou num clima de grande festa e animação a que se lhe seguiu a cerimónia da entrega do troféu e posteriormente a festa junto ao chamado cogumelo, no exterior do Estádio a premiar todos os milhares que lá se deslocaram e não tiveram oportunidade para assistir ao jogo.













































O PORTO É UMA NAÇÃO, ETERNO CAMPEÃO, AZUL E BRANCO É O CORAÇÃO, PORTO, PORTO, PORTO, PORTO.

PARABÉNS A TODOS OS PORTISTAS.

OBS.: Peço desculpa aos fiéis seguidores deste espaço pelo atraso desta publicação que se deve única e exclusivamente ao facto de ter chegado a casa muito tarde, depois do jogo e de todos os festejos e por isso já sem energia para dedicar a este hobby.

domingo, 6 de maio de 2018

CAMPEÕES CONTRA TUDO E CONTRA TODOS































O FC Porto sagrou-se campeão 2017/18, numa temporada em que foi importante desmontar todo o sistema ramificado que continua a enredar o futebol português, que vai desde o Conselho de Arbitragem (meninos queridos), com passagens pelo Conselho de disciplina, pela APAF (árbitros proveta), pela Liga (informadores), pela FPF, pelo IPDJ, pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, por alguns funcionários do Ministério da Justiça (toupeiras), com a conivência e branqueamento de uma Comunicação Social subserviente e hipotecada, onde abundam os avençados, os encartilhados e os directores prepotentes e alienados.

Foi contra toda esta escumalha que os Dragões tiveram que lutar com toda a energia para vencer um Campeonato que a haver verdade desportiva, já estaria garantida muito mais cedo. Aves, Moreirense e Benfica no Dragão, foram jogos em que o FC Porto foi completamente espoliado.

No final, a força do Dragão foi mais forte. Parabéns a todos os que contribuíram para mais este título.


quarta-feira, 2 de maio de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 240













LICÁ - Goleador Nº 240

Concretizou 4 golos em 36 participações oficiais com a camisola do FC Porto, ao longo de uma única temporada ao seu serviço (2013/14).

Luís Carlos Pereira Carneiro (Licá), nasceu no dia 8 de Setembro de 1988, em Lamelas, Castro Daire. Fez a sua formação no modesto clube da sua terra natal, O Crasto, clube que representou de 2003/04 a 2005/06, tendo percorrido os escalões Sub17 e Sub19.

Mudou de clube em 2006/07, passando a representar o Social Lamas por apenas uma época. O Tourizense foi a sua aposta seguinte (2007/08). As suas qualidades chamaram a atenção dos responsáveis da Académica de Coimbra, emblema que defendeu na temporada de 2008/09, mas onde não foi muito utilizado (14 jogos/2 golos). Na segunda  temporada ao serviço dos «estudantes», realizou a primeira fase da época (10 jogos/0 golos), acabando por ser emprestado ao Trofense na janela de transferências de Inverno.

Na Trofa foi bem mais produtivo, realizando 13 jogos/4 golos e na temporada seguinte (2010/11), 30 jogos e 5 golos. Essa boa performance levou-o até ao Estoril Praia, onde as suas qualidades foram bem exploradas durante duas temporadas (2011/12 e 2012/13) de muito bom nível (41 jogos/14 golos e 35 jogos/6 golos, respectivamente).

Extremo rápido, vertical e com golo, Licá não passou despercebido aos responsáveis portistas que o contrataram por 3 temporadas.

























A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no primeiro jogo da temporada, no dia 10 de Agosto de 2013, no Estádio Municipal de Aveiro, frente ao Vitória de Guimarães, em jogo da final da Supertaça Cândido de Oliveira, com vitória portista por 3-0.  Licá foi titular e o autor do 1º golo, logo aos 5 minutos, realizando uma exibição bastante promissora. É desse jogo as imagens que se seguem, que ilustram a titularidade e o golo:















































O seu início de temporada foi bastante positivo, tendo sido aposta regular a titular do técnico Paulo Fonseca, nos 9 primeiros jogos, marcando mais dois golos. Contra o Marítimo, no Dragão, na jornada 2 do Campeonato, na vitória portista, por 3-0 e frente ao seu anterior clube, o Estoril Praia, no António Coimbra da Mota, na jornada 5, com empate a duas bolas.

Esta regularidade e performance levou-o mesmo à selecção nacional, beneficiando é certo da lesão de Danny. Paulo Bento, então seleccionador nacional, estreou-o frente ao Brasil, em jogo amigável disputado em Boston (ver clicando aqui).

Voltaria a marcar (pela última vez) no dia 2 de Março de 2014, no Estádio D. Afonso Henriques, frente ao Vitória de Guimarães, na jornada 21, no empate a duas bolas. Acabou por ser vítima do menor rendimento da equipa, que inclusivamente teve de tentar superar a demissão de Paulo Fonseca a meio da temporada.

Luís Castro, o sucessor no comando técnico da equipa portista não lhe deu tantas oportunidades. Foi chamado em 7 jogos, duas vezes titular e destas só uma a tempo inteiro.









Face a estas incidências, Licá não foi escolha para as duas temporadas seguintes, sendo alvo de empréstimos, ao Rayo Vellecano (2014/15) e ao Vitória de Guimarães (2015/16). 

Terminada a sua ligação ao FC Porto, Licá decidiu assinar por duas temporadas, pelo Nottingham Forest, do segundo escalão inglês.

Mas também em Inglaterra não foi feliz, acabando por regressar ao Estoril Praia, por empréstimo do clube inglês, ainda a meio da temporada (2016/17).

Na temporada seguinte, a actual (2017/18), Licá rescindiu com o Nottingham e assinou por uma temporada com os espanhóis do Granada, mas mais uma vez não acabou a época no mesmo emblema. Pouco utilizado, o extremo rescindiu e na janela de transferências de Inverno assinou um compromisso com o Belenenses, clube pelo qual leva já 12 participações e 2 golos.

Palmarés ao serviço do FC Porto (1 título):

1 Supertaça Cândido de Oliveira (2012/13)

Fontes: Dados estatísticos do blogue e ZeroaZero.pt

domingo, 29 de abril de 2018

VITÓRIA NOS BARREIROS DEIXA DRAGÕES A UM PONTO DO TÍTULO

















FIXA DO JOGO






























Esta deslocação à Madeira revestia-se de redobrada expectativa, mesmo depois da derrota do rival dos e-mails, pelas dificuldades que a equipa  do Marítimo costuma colocar em sua casa.

A equipa portista apresentou-se com apenas uma alteração no onze titular, relativamente à jornada anterior (Otávio em vez de Corona).























Ciente das dificuldades que iam enfrentar, os Dragões cedo tentaram controlar o jogo e partir para a ofensiva, na tentativa de marcar cedo. Porém, alguma ansiedade e nervosismo iniciais, provocaram um futebol menos esclarecido, algo precipitado, especialmente nas acções ofensivas, pelo que durante toda a a primeira parte foram escassos os lances de perigo junto da baliza insular. A jogada de Soares que levou à justa expulsão do guarda-redes Amir (40') terá sido o lance mais promissor dos azuis e brancos.

Em termos defensivos a equipa azul e branca não passou por sobressaltos, apesar das tentativas do Marítimo que a meio do primeiro tempo foi conseguindo equilibrar a partida.

A igualdade sem golos ao intervalo é assim perfeitamente aceitável.

A jogar em inferioridade numérica durante toda a segunda parte, a equipa insular teve de recuar no terreno e abdicar quase por completo do ataque, permitindo uma avalanche ofensiva do FC Porto que haveria de dar os seus frutos.

Depois de muitas tentativas de chegar ao golo, quase sempre falhadas por deficiente definição das jogadas, em cima dos 89 minutos, Marega introduziu a bola nas redes maritimistas, numa cabeçada certeira, na sequência de um pontapé de canto cobrado por Alex Telles.






















A partir de então o FC Porto passou a controlar o jogo e a aproveitar algum adiantamento dos jogadores da equipa da casa para lançar venenosos contra-ataques.

Foi na sequência de um desses lances que Rúben Ferreira viu o cartão vermelho, por travar ilegalmente Gonçalo Paciência que se preparava para correr isolado para a baliza.

Vitória importante num estádio difícil que coloca os Dragões a 1 ponto do título.